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Cortinas antimicrobianas, mais uma solução Marcopolo Biosafe para a segurança e saúde no transporte
 

Produto usa material “inteligente” desenvolvido para prevenção de contágio, impedindo a proliferação de micro-organismos
Como mais uma iniciativa da Marcopolo BioSafe, plataforma de soluções que congrega inovação e tecnologia para preservar a saúde e a segurança dos usuários e promover a retomada do segmento de transporte de passageiros, a Marcopolo passa a oferecer inéditas cortinas antimicrobianas para instalação nos ônibus de seus clientes.

Desenvolvido para prevenir o contágio e evitar a proliferação de micro-organismos, o produto é inovador porque envolve a utilização de um material “inteligente”, de baixa espessura, mais leve que o tecido convencional, que evita a proliferação de fungos e bactérias, impedindo o seu crescimento, desde que haja higienização adequada na superfície do mesmo. Outro diferencial da cortina antimicrobiana é a facilidade de higienização, devido ao seu material base (um laminado de PVC flexível).

Segundo Luciano Resner, diretor de Engenharia da Marcopolo, a ação obtida pela cortina antimicrobiana é devido à aditivação contida no material utilizado para confecção do produto. “Além disso, o processo de fabricação da cortina utiliza um método de soldagem nas suas extremidades. Desta forma, a possível propagação de gotículas pelos orifícios da costura, é eliminada”, analisa. O executivo explica que é importante a correta higienização das cortinas com água e sabão ou hipoclorito de sódio, de acordo com a frequência de utilização do veículo, para não haver acúmulo de sujeira na superfície, pois fungos e bactérias podem passar a se alimentar dos resíduos e se ancoram na sujeira para crescimento.

A cortina antimicrobiana já é utilizada amplamente na área da Saúde, mais especificamente, no uso hospitalar para confinamento de pacientes em unidades de terapia intensiva. Os dados referentes à taxa de eficiência do tecido antimicrobiano e sua eficácia serão comprovados pelos testes laboratoriais que estão sendo realizados em parceria com a Universidade de Caxias do Sul.
Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio Ônibus da Marcopolo, comenta que esta é mais uma iniciativa que reforça a preocupação da Marcopolo com as pessoas. “Nossas ações desde o início da pandemia foram pautadas na saúde e bem-estar de nossos colaboradores e das comunidades onde estamos inseridos. Agora, com as iniciativas de biossegurança a bordo, damos um passo adicional para proteger os usuários de nossos produtos, permitindo o retorno seguro da mobilidade”, avalia. O executivo acrescenta que além de auxiliar a tornar os veículos mais seguros durante a pandemia de covid-19, esta nova característica é um legado que a Marcopolo pretende deixar em seus veículos.

Utilização em modelos Marcopolo novos e usados e, inclusive, de outras marcas
Devido à fácil adaptação, o conjunto de cortinas antimicrobianas será comercializado tanto para clientes do mercado interno quanto para os do mercado externo, para todos os modelos de carrocerias das marcas Marcopolo, Volare e Neobus, como modelos intermunicipais, rodoviários e urbanos. Também pode ser instalada em veículos em operação, inclusive, de outras marcas. A cortina antimicrobiana é fornecida em forma de kit para instalação e leva em consideração itens como facilidade na instalação, limpeza, manutenção, segurança e baixo custo.


fonte: https://www.marcopolo.com.br

 



Marcopolo corre para ajustar ônibus ao 'novo normal'

O ajuste promete ser uma fonte nova de receita para o grupo, que viu as demandas por novos ônibus recuar de forma significativa.

Na esteira da paralisia na economia provocada pela pandemia do coronavírus, a Marcopolo correu contra o tempo para desenvolver ferramentas de segurança e tentar dar um respiro ao setor de transporte. O grupo está levando ao mercado uma série de adaptações que pode ser feita nos ônibus para mitigar o risco de contaminação e preparar o setor para o "novo normal" das viagens. O ajuste promete ser uma fonte nova de receita para o grupo, que viu as demandas por novos ônibus recuar de forma significativa.

Segundo o presidente da empresa, James Bellini, as ferramentas e serviços chegaram em um momento de grande apreensão para os clientes. "Podemos dizer que 80% da frota dos nossos clientes pararam. Eles não vão ter a menor condição de comprar ônibus novos. A preocupação hoje é como colocar os carros que eles têm para trabalhar. A única forma de conseguir isso é retomar a confiança do passageiro", disse Bellini.
Entre as inovações estão um novo desenho de posicionamento de poltronas, com dois corredores, cortinas de proteção antimicrobianas, desinfecção dos veículos por névoa e uso de raios ultravioletas nos sanitários. Fretados. Enquanto o segmento de fretados consegue manter alguma demanda, Bellini traçou um cenário desafiador para o turismo. Na visão do executivo, a pandemia levará a uma mudança no comportamento dos passageiros no transporte rodoviário tal qual 11 de setembro representou para o setor aéreo.

O kit faz parte do programa BioSafe, que consiste em uma série de soluções para tornar o transporte coletivo mais seguro contra contaminações de vírus. Os equipamentos podem ser adaptados também nos ônibus mais antigos. O custo da mudança representa entre 18% e 20% do valor de um ônibus.
"A gente precisa faturar. Precisamos ajudar a movimentar o mercado. Não temos possibilidade de uma empresa desse tamanho ficar de braço cruzado esperando as coisas acontecer", defendeu. O lançamento oficial do BioSafe será no próximo dia 16, em evento online. As soluções foram desenvolvidas em apenas 60 dias. Segundo Bellini, o sistema foi o primeiro resultado do Marcopolo Next, uma divisão de inovação voltada para soluções em mobilidade.

A divisão começou a ser estruturada no ano passado, quando a área de inovação deixou de ser subordinada ao segmento de estratégias e passou a responder à presidência. Há desafios e incertezas ainda, sobretudo no Brasil. Enquanto a Europa começa a se preparar para sair da quarentena, o Brasil hoje ocupa a segunda posição no número de casos.

"Estamos acompanhando o cenário no Brasil com muita preocupação. Não só a questão da saúde, mas também a crise política. Isso atrapalha muito os investidores. Mas está havendo uma retomada controlada. Graças a Deus temos bons governadores que estão levando a sério o assunto", disse o presidente da Marcopolo.


fonte: https://revistapegn.globo.com